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9º Encontro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência
Dia 8 de novembro de 2017 | Por Audrey Scheiner | Sobre Notícias e Tecnologia
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Com o tema Da ideia ao produto: caminhos para chegar ao mercado, o 9º Encontro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência aconteceu no dia 07 de novembro, das 9h às 18h, e reuniu instituições de ensino e pesquisa, agências de fomento, empresas já consolidadas, startups e consultores que debateram as principais dificuldades e apresentaram atalhos para que projetos de tecnologia assistiva advindas de pesquisas realizadas em instituições de ensino e pesquisa do país obtenham financiamento e se tornem produtos.

Foram discutidos temas essenciais para o mundo da pesquisa e da tecnologia assistiva. O que temos? O que nos falta – Um olhar sobre a pesquisa e inovação em Tecnologia Assistiva foi o primeiro debate. A ideia teve como propósito discutir a evolução da pesquisa e do mercado de Tecnologia Assistiva no Estado de São Paulo e no Brasil, com a participação de empresas do setor, representantes de instituições de pesquisa e agências de fomento.

público pode presenciar dicas para que uma ideia de tecnologia inclusiva possa adentrar de uma maneira mais rápida no mercado.

Público pode presenciar dicas para que uma ideia de tecnologia inclusiva possa adentrar de uma maneira mais rápida no mercado.

Participaram do painel Alessandra aparecida Ribeiro da Costa, coordenadora de projetos inclusivos do Centro Paula Souza; André Leme Fleury, coordenador de empreendedorismo da Agência USP de Inovação; Fabio Kon, coordenador adjunto de pesquisa da fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo (Fapesp) e Maria Elizabete kunkel, coordenadora do grupo de pesquisa de Biomecânica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Fleury afirma, no início do painel, que os projetos de tecnologia estão chegando ao mercado aos poucos. “Temos como ideias tecnologias que já estão chegando ao mercado, porém, a grande maioria não é capaz de superar os problemas vigentes no mercado. Temos que ser capazes de articular os fatores da cadeia de produção”, comenta o empreendedor”.

Para que as ideias de inovação se tornem mais presentes no mercado, Fleury argumenta que é preciso montar uma esquematização e planejamento. “É preciso fazer uma estruturação para incorporar esses participantes a partir do que é relevante e de quem está envolvido no cenário nacional e internacional. Ver que tipo de produto é capaz de ser estruturado. Assim, criamos mais serviços para melhorar a qualidade de vida das pessoas”.

Cid Torquiato, cadeirante e secretário da SMDCP em participação do 9º Encontro. Cid relata que é preciso mais participação das pessoas com deficiência em relação ao que ela demanda. “A pessoa que promove um evento na periferia, por exemplo, necessita engajar mais participação da pessoa com deficiência. Se não participamos, não temos voz”.

Cid Torquiato, cadeirante e secretário da SMDCP em participação do 9º Encontro. Cid relata que é preciso mais participação das pessoas com deficiência em relação ao que ela demanda. “A pessoa que promove um evento na periferia, por exemplo, necessita engajar mais participação da pessoa com deficiência. Se não participamos, não temos voz”.

Outra discussão foi Recursos à espera de bons projetos, que teve como mediador o Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Cid Torquato. Segredos para um bom projeto e sucesso com as agências de fomento à pesquisa em Tecnologia Assistiva. O destaque desse tópico ficou por conta de representantes de agências de fomento que apresentaram a participação dos projetos de Tecnologia Assistiva em suas linhas de auxílio/financiamento, bem como sobre os principais problemas encontrados nos projetos reprovados e conselhos para uma boa aplicação.

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