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Dia 19 de janeiro de 2016 | Por Brenda Cruz | Sobre Notícias e Saúde

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O desafio do balde de gelo, que convocou celebridades e anônimos para tomar um banho de água gelada e fazer uma doação em prol da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) gerou resultados, e a brincadeira arrecadou mais de US$ 100 milhões para as pesquisas sobre a doença.

Diferentemente de outras enfermidades, a ELA ainda não tem cura, mas pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, acabam de descobrir a causa do problema. Para chegar a uma conclusão sobre o assunto, eles estudaram casos da doença ligados a mutações na proteína SOD1 e descobriram que ela cria um aglomerado temporário de moléculas altamente tóxico para os neurônios motores, causando a morte dessas células.

É exatamente o que acontece com quem convive com a ELA – é um grave distúrbio que provoca fraqueza muscular e atrofia por todo o corpo, causada por degeneração da parte superior e inferior os neurônios motores. Os pacientes perdem aos poucos a capacidade de se mover, falar, engolir e até de respirar. O tempo médio de sobrevivência é de cerca de 40 meses, e apenas 4% sobrevivem mais de 10 anos. O caso mais famoso é do conhecido físico Stephen Hawking que vive com a doença por mais 50 anos.

Agora, com essa informação, os cientistas acreditam que será possível descobrir um remédio que impeça a formação destes aglomerados de moléculas em até dois anos. Mesmo assim, os testes da nova droga podem demorar ainda mais cinco anos, mas não deixam de ser uma esperança para quem sofre com a doença.

Por Brenda Cruz / Fonte: Hypeness

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