Referência em inclusão e acessibilidade!
ACESSO GRÁTIS| Leitor de Tela
IMG_4180
Dia 16 de junho de 2019 | Por Tacila Saldanha | Sobre Notícias
Banner intérprete (2)

Terapias com espécies de pequeno e grande porte podem ser aliadas importantes no tratamento de autistas e paralisados cerebrais

Em toda a Reatech 2019, um dos stands que mais chamam atenção dos visitantes é o do Grupo de Abordagem Terapêutica Integrada (Gati), que traz fofuras como o Coffe (cão da raça Border Collie), que, mesmo eufórico, é capaz de se aproximar com todo o cuidado quando sente o cheiro de uma criança ou percebe um cadeirante, e, ainda, afastar-se rapidamente ao notar que a pessoa assistida está com medo. Ele é lindo, fofo e super simpático!

“Eu sou psicopedagoga e minha mãe, terapeuta ocupacional. Acabei herdando essa motivação pela minha intensa ligação com ela. Em 1998, em conjunto com um grupo de terapeutas, fundamos o Gati. Desde então, só crescemos e ficamos mais fortes na terapia motivacional assistida por animais e em métodos terapêuticos diferenciados”, afirma Liana dos Santos, fundadora do Grupo.

São quatro as espécies de pequeno porte: caninos, aves de bico curvo, roedores e um réptil, o jabuti. “Chamo eles de quarteto fantástico. Um quinto elemento foi incorporado depois, os cavalos. Os tratamentos são recomendados para quem apresenta déficit motor e/ou psíquico. Dessa forma, autistas, paralisados cerebrais e ainda quem tem o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) são os mais indicados para as terapias. Os ganhos para quem tem problemas nessas áreas são enormes! Vale a pena experimentar, para quem ainda não conhece”, diz Liana, que também tem ligação com a Associação Nacional de Equoterapia, a Ande Brasil.

PARA SABER MAIS:

– Site Gati: https://www.lianaequoterapia.com.br/

– Site Ande Brasil: http://equoterapia.org.br/

– E-mail: lianaequoterapia.com.br

 

 

 

Posts Relacionados

Acesse a Revista D+