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Para oferecer qualificação profissional para as pessoas com todos os tipos de deficiência, o projeto CapacitArte entende a comunicação entre os surdos como um meio positivo de socialização e desde o início das aulas oferece Libras como uma disciplina extraclasse.

A intenção do CapacitArte é que as aulas tenham cada vez mais proximidade com as atividades de cada aluno no dia a dia, também que os coloque mais próximos das exigências do mercado de trabalho. Para isso são desenvolvidas atividades com situações reais.

Composto por uma série de palavras, sinais e expressões, o sistema da Libras é considerado pelas comunidades surdas como sua língua materna. “É um meio de comunicação e interação social, que abre as portas para oportunidades tanto pessoais, como profissionais”, conta Sheyla Dutra, colaboradora do CapacitArte. “Dentro do projeto, a formação complementar com Libras veio como um adicional, pois a ideia inicial era atender à demanda de surdos nos cursos básicos”, afirma.

O curso de manutenção elétrica, desde o início de abril, passou a ter as aulas integradas à disciplina de Libras. Com isso, a intenção da coordenação do projeto é despertar nos estudantes o interesse pela língua e também a consciência de que a inclusão deve ser para todos.

“No início percebi que os alunos não estavam frequentando as aulas de Libras, então combinei com a professora responsável algumas aulas adaptando o meu conteúdo ao dela”, conta Ariovaldo Serafim de Oliveira, professor do curso de manutenção elétrica.

Ainda dentro das aulas integradas, a intenção do professor foi desenvolver também um projeto que pudesse alcançar as pessoas com deficiência auditiva. Para isso o professor Ariovaldo levou até os alunos a ideia da construção de um sistema de campainha residencial para pessoas surdas.

“Criamos toda a parte elétrica e o sistema consiste numa campainha aparentemente comum, porém, quando acionada, ao invés de emitir um sinal sonoro, ela acende uma luz”, explicou.

A iniciativa, além de promover a integração, fez das aulas um espaço de discussão sobre acessibilidade. “Estando ciente das dificuldades de cada um, ficou mais fácil trabalhar e alcançar a maioria. Eles passaram a se sentir mais confiantes e abertos a falar de suas dificuldades, com isso consigo ajudá-los de forma individual também”, finalizou Ariovaldo.

Serviço

CapacitArte

Inscrições: Espaço Kaparaó (avenida Dr. João Pires de Camargo, 1382 – Vila Yamada), das 8h às 16h30.

Informações: (16) 3324-8809

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