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O Engenhando Para o Bem, núcleo de estudos da Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens), visa ao desenvolvimento de ações sociais na área de engenharia para assegurar melhoria na qualidade de vida da sociedade por meio do engajamento de alunos e do corpo docente da faculdade.

Em parceria com outros projetos da faculdade, como o Smart Campus e o Fab Lab, o grupo criou três equipamentos que auxiliarão no tratamento de pessoas  com deficiências física ou múltiplas, atendidas pela Associação dos Deficientes de Votorantim (ADV).

A participação das crianças foi essencial para o planejamento do projeto.

A participação das crianças foi essencial para o planejamento do projeto.

De acordo com Graziela Amanda Martins dos Santos, líder do Engenhando para o Bem, os equipamentos criados foram pensados de acordo com as necessidades previamente expostas pela ADV. Os alunos adaptaram os aparelhos com o objetivo de deixá-los mais lúdicos e com níveis de dificuldades diferentes para atender vários estágios de deficiências.

“Foi um trabalho muito forte de equipe. O time do Smart Campus ficou encarregado pelo auxílio no gerenciamento e compra dos materiais, os integrantes do Engenhando para o Bem foram responsáveis pela mobilização dos voluntários para a execução e gestão do projeto e o pessoal do Fab Lab ajudou os voluntários a darem forma às ideias e transformou tudo em realidade”, afirma Graziela.

A auxílio na coordenação motora é o principal foco dos produtos criados pelos alunos da Facens.

A auxílio na coordenação motora é o principal foco dos produtos criados pelos alunos da Facens.

O primeiro equipamento é formado por três tábuas com peças para encaixe e serve para estimular o raciocínio lógico de números, figuras e formas geométricas. O outro equipamento é uma bancada de luzes que incentiva a habilidade motora e estimula o paciente visualmente por meio de luzes de várias cores. Para desenvolver a coordenação motora e melhorar o movimento dos dedos dos pacientes, foi criada uma tábua com roscas e porcas em formato de animais.

Graziela relata que sem o envolvimento dos alunos, a concretização dos projetos não seria tão válida. “O mais gratificante foi poder mostrar para cada um como a Engenharia, quando aplicada com seriedade e responsabilidade, pode transformar vidas”, ressalta a líder.

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