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Atividade física é fundamental para envelhecer com saúde e independência
Dia 16 de janeiro de 2018 | Por Audrey Scheiner | Sobre Notícias e Saúde
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A população mundial está envelhecendo rapidamente por causa da queda da taxa de fecundidade e do aumento da expectativa de vida. Essa tendência também tem sido observada no Brasil. Segundo as estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas no livro Brasil: uma visão geográfica e ambiental no início do século XXI, lançado em 2016, a população idosa vai triplicar no nosso país até 2050, passando dos 19,6 milhões (10% da população brasileira), registrados em 2010, para 66,5 milhões de pessoas, em pouco mais de três décadas (29,3%).

É possível que, em 2030, haja uma inversão no cenário demográfico e que o número absoluto e o percentual de brasileiros com mais de 60 anos ultrapasse o de crianças de até 14 anos, chegando a 41,5 milhões (18% da população) versus 39,2 milhões (17,6%). Outra mudança notada foi que, comparando os brasileiros nascidos em 1940 e 2016, a expectativa de vida aumentou em mais de 30 anos e hoje é de 75,8 anos – um acréscimo de três meses e onze dias em relação aos nascidos em 2015. Os dados constam da Tábua de Mortalidade de 2016, divulgada em dezembro pelo IBGE.

Estar alerta a respeito da vida que se leva no presente é fundamental para ter uma melhor qualidade no futuro. E é justamente aí que entra a importância de ter uma rotina ativa como parte de um estilo de vida e não só por recomendação médica, após detectar problemas de saúde já instalados.

Cesar Lobão, profissional de Educação Física há 20 anos no mercado, especializado em Treinamento Funcional, e master trainer da Life Fitness Brasil, empresa detentora das marcas Life Fitness, Hammer Strength, Cybex, Indoor Cycling Group (ICG), SCIFIT e Brunswick Billiards, afirma que um grande número de pessoas no mundo não é adepto ao estilo de vida saudável e sofre com problemas físicos, emocionais e dificuldades de mobilidade. “Destaco aqui o público da terceira idade que, por diversos motivos, não teve a oportunidade de se exercitar durante a vida e agora deseja ingressar em alguma prática para ter uma melhor qualidade de vida e aumentar sua capacidade de autonomia no dia a dia”, enfatiza.

Lobão também destaca que a prática em equipamentos de musculação, por exemplo, permite ter um maior controle das variáveis de sobrecarga tensional e também metabólica, gerando benefícios, como, calcificação óssea, melhora da condição cardiovascular, ganho de massa muscular, redução de percentual de gordura, quando associada a uma alimentação balanceada e também a produção de inúmeros hormônios benéficos para melhorar a qualidade de vida. “Além dos visíveis benefícios estéticos, ela também diminui as chances de desenvolver males decorrentes do sedentarismo e reduz sintomas de doenças crônicas como artrose, diabetes, osteoporose e obesidade”, conclui o educador físico.

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