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O empresário do ramo imobiliário Mario Fernandez Alvitti e sua esposa Fernanda Cristina Teixeira, que é fisioterapeuta, viram suas vidas mudarem completamente quando a filha Ana, de oito meses, foi diagnosticada com uma grave lesão na medula, o que a deixou paraplégica. Ao ver que Ana fazia bastante movimento com os braços, Alvitti tratou de buscar outros benefícios de locomoção para a filha, pois ele percebeu que ela poderia melhorar seu desenvolvimento cognitivo e neuropsicomotor. Mas pesquisou e descobriu que no Brasil não havia nenhum produto que pudesse lhe atender. A partir disso, o empresário passou a estudar e entrou em contato com fabricantes e entidades de apoio à criança com deficiência. Dedicou sua vida para o desenvolvimento do projeto de uma cadeira infantil especialmente desenvolvida para crianças de um a quatro anos com mobilidade reduzida.

Foto de uma menina, de pele clara, olhos pretos, cabelos lisos e loiros, na altura dos ombros, usa uma camisa branca com desenhos, calça jeans e meias brancas com rosa. Ela está sentada em uma cadeira Fly Children cor de laranja com as rodas pretas. Sua mão direita segura roda e a esquerda está levantada. Seu corpo está levemente inclinado para a direita, o rosto para a esquerda e sorri com a boca fechada.

Pequena Ana com a sua Fly Children

Foto de uma cadeira Fly Children cor de laranja com rodas pretas. Ela é baixa, de modo que seu acento encosta no chão, junto às rodas, possui um encosto. No centro há uma separação para as pernas e, na frente, a cadeira continua para o encosto dos pés, também junto ao chão. No encosto de pés há uma fenda para a cadeira ser puxada por outra pessoa. Sua estrutura assemelha-se à de um carrinho de rolimã, feito de material diferente e encosto.

“Se não fosse essa cadeira, minha filha, que está com três anos, só poderia se rastejar ou ficar o dia todo em uma cadeira de rodas. Agora, com a cadeira que fica na altura do chão e permite amplitude de movimentos com segurança, ela consegue se locomover de forma mecânica. Utilizando os braços e as mãos, tem autonomia para pegar seus brinquedos, jogar uma bola e brincar de frente com a gente”, afirma o empresário.

Atualmente, Alvitti relata que Ana consegue acompanhar as crianças da escolinha que frequenta. Ao ver o sucesso da filha, seu lado empreendedor aflorou e surgiu a ideia de criar a Fly Children. “Quando eu passei a ver vida nos olhos da minha filha, foi inevitável pensar no benefício que isso traria a outras crianças, foi daí que veio a ideia de comercializar o produto e fui alertado sobre a necessidade de registrar a patente”, revela Alvitti.

Foto de uma menina, vista de cima, de pele clara, olhos verdes, cabelos lisos e loiros, na altura dos ombros, usa uma blusa azul marinho, uma calça rosa e um tênis preto. Está sentada em uma cadeira Fly Children toda preta. Seu corpo está inclinado para trás, ela olha para cima, segura, com a mão direita, uma colher na boca e, com a mão esquerda, a roda da cadeira. O chão é de quadrados coloridos e há brinquedos ao redor da menina.

A cadeira fica na altura do chão e é de fácil locomoção.

Silvia Martins, diretora geral da Martins & Fernandes, conta que o registro da patente da cadeira infantil Fly Children para crianças com mobilidade reduzida tem uma importância maior do que apenas assegurar sua marca e imagem. “Eu acompanhei todo o processo de concepção do produto e entendi que era necessário não somente proteger a marca, mas, o produto também, o que significa garantir a segurança das crianças. Ter cópias malfeitas da cadeira por aí, em desconformidade com o projeto original, é colocar a vida das crianças em risco”, enfatiza a empresária.

Para adquirir uma Fly Children, é só clicar nesse site: http://www.flychildren.com.br/.

Fotos do site Fly Children.

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