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A Campus Party começou dia 31 de janeiro e já está perto de terminar, este é o último final de semana em que o grande evento de tecnologia trará muitas informações para todos os que se interessam pelas novidades tecnológicas, games, internet e muito mais.

A equipe de jornalismo da Revista D+ foi na Open Campus, ontem, dia 2, área gratuita para o público (vá lá e aproveite!), para checar a acessibilidade do evento e projetos de tecnologias assistivas para pessoas com deficiência. Confira!

  • Para começar, vá sem pressa

Se você for de transporte público, tenha paciência. No metrô Tiete há um ônibus gratuito para o Centro de Convenções Anhembi, local da Campus Party. O ônibus oferece acessibilidade ao cadeirante, wi-fi e música para entreter a galera. Mas a fila de espera é longa: ontem experimentamos entrar na fila às 9h da manhã e foram quase duas horas de espera, pois naquele momento apenas um ônibus estava em circulação. Já no período da tarde, havia dois ônibus fazendo o trajeto.

  • Área ampla e acessível

 

O complexo é enorme, mesmo para a área gratuita, há diversas atividades disponíveis para o público ver e se divertir. Simuladores, Corrida de Drones, Guerras de Robôs, Espaço Fazedores, Startups & Makers, Campus Future, espaço para palestras e workshops, livraria, jogos e praça de alimentação. Não encontramos nenhuma pessoa com deficiência nas dependências do evento, mas as que tiverem interesse em ir, não encontrarão dificuldades em circular por lá. Há banheiros acessíveis também.

  • Campus Future

A Campus Future é destinada a estudantes de universidades que desenvolvem projetos de tecnologia em diferentes vertentes. De aparelhos que ajudam a controlar a temperatura de geladeiras a robôs multifuncionais. Os estudantes levam seus projetos, os protótipos e divulgam com muito entusiasmo os benefícios das inovações que estão criando.

Projetos que atendam a demanda das pessoas com deficiência não poderiam faltar e lá conhecemos alguns deles:

O Sessai (Suporte aos Estudantes Surdos em Salas de Aula Inclusivas) é um aplicativo que converte voz em texto para auxiliar os estudantes surdos no acompanhamento das aulas. O jovem estudante de sistemas de informação, Matheus Camargo, trouxe o projeto da Universidade Federal de Mato Grosso, unidade Rondonópolis. “Esse projeto está há três anos em pesquisa. Queremos aperfeiçoar colocando mais opções, como a Libras”, contou.

Lázaro é uma bicicleta ergométrica da Universidade Federal de Itajubá / MG, que tem – segundo o Lucas Ferreira, 20 anos, estudante de engenharia mecânica – como principal objetivo “Ajudar na reabilitação de pessoas com deficiência para o ganho de força e resposta muscular.” A bicicleta é parte de um grande projeto da universidade, chamado Ex Machina.

Serviço:

Saiba mais em: http://brasil.campus-party.org/

Local: Pavilhão de Exposições Anhembi – Avenida Olavo Fontoura, 1209, São Paulo, SP

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