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No dia 30 de maio, o Google Space São Paulo recebe o maior congresso sobre Tecnologias Aplicadas à Educação, que discutirá o projeto Classificação Digital para Reenquadramento de Aprendizagem (CDRA), uma plataforma dirigida a professores de escolas de Ensino Fundamental e Médio para ajudar a reconhecer os diferentes níveis de aprendizagem e a acompanhar e melhorar a evolução dos alunos.

O evento tem o objetivo de buscar investidores para fomentar o desenvolvimento do protocolo e da plataforma digital. O projeto já conta com o apoio da Roche Farmacêutica, do Padre Marcelo Rossi, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e da Deputada Mara Gabrili, autora da Lei Brasileira da Inclusão.

De acordo com Rosana Mendes Ribeiro, neuroeducadora e idealizadora do CDRA, as crianças que não respondem às exigências de aprendizagem sob os métodos de ensino tradicionais são vistas como um desafio para muitos educadores. Jovens com distúrbios funcionais ou deficiências intelectuais, por exemplo, muitas vezes são encaminhados aos serviços médicos e psicológicos, visando a um “diagnóstico” e a uma possível “solução”.

A ação engloba sugestões para adaptação de provas e atividades diárias, que atendam à diversidade.

A iniciativa abrange questões para a adaptação de atividades diárias nas escolas voltadas para a acessibilidade e inclusão.

“Da forma que é feita hoje, muitas crianças deixam de aproveitar seu potencial. É preciso lidar com a diversidade e, mais do que isso, devolver a autoestima e confiança a esses estudantes”, afirma Rosana. Ela também enfatiza a comprovação de que a neuroeducação, combinação entre neurociência e educação, pode contribuir nesse sentido e ela foi a base para o desenvolvimento do método aplicado no Projeto de Classificação para Reenquadramento de Aprendizagem.

Com aplicações práticas em escolas, o projeto piloto já demonstrou resultados positivos no desenvolvimento cognitivo dos alunos, no fluxo de aprendizagem e melhora de indicadores de desempenho escolar.  A versão digital CDRA permitirá que o método ganhe escala e possa ser replicado em todo País.

A ação engloba sugestões para adaptação de provas e atividades diárias, que atendam à diversidade. Dessa forma, o professor terá a formação prática para planejar e acompanhar a evolução de seus alunos diariamente e ainda evitará encaminhamentos desnecessários para a área da saúde.

“A Roche tem um trabalho consistente na comunidade do Jaguaré desde 2001. Foi lá que conhecemos a iniciativa CDRA. Ficamos admirados com a proposta e vimos a sinergia completa com o nosso objetivo de fomentar projetos sustentáveis para uma sociedade verdadeiramente mais justa”, afirma Sarah Chaia, diretora da Divisão Jurídica, Compliance, Healthcare Compliance e Responsabilidade Social e sponsor do Comitê de Sustentabilidade da Roche Farma Brasil.

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