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Dia 6 de julho de 2016 | Por Cintia Alves | Sobre Notícias e Tecnologia

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Os jogos Paralímpicos Rio 2016 estão se aproximando e neste ano as medalhas inovam com design e sustentabilidade. O processo envolveu mais de 100 funcionários para a produção de 2.642 medalhas Paralímpicas, na Casa da Moeda do Brasil (CMB).

Com cerca de 500 gramas cada peça, a acessibilidade sensorial chega pela primeira vez na história, com a emissão de sons que possibilitam a identificação de classificação para ouro, prata e bronze.

Por meio de uma caixa metálica de ressonância instalada entre os dois discos que formam a medalha, os guizos, quando movimentados, reproduzem efeitos sonoros através de bolinhas de aço no interior, facilitando a interação do atleta com a premiação.

Sustentabilidade

  • As medalhas de ouro são 100% livres de mercúrio, e as de prata e bronze contam com 30% de material reciclado em sua composição;
  • A fita que prende as medalhas nos pescoços dos atletas é produzida com 50% de garrafas PET recicladas;
  • O estojo que guarda as medalhas é feito de madeira produzida em áreas com atividade ambiental sustentável e socialmente responsável.

Além de todo o cuidado com os prêmios, o pódio também é sustentável, feito de madeira de pinheiro (Pinus Eliote) e enfeitado com mangue de praia (Clusia Fluminensis) e outras plantas, que serão reutilizados como móveis após os Jogos.

Confira o processo de fabricação:

 


Por Cintia Alves

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