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SÃO PAULO, SP, BRASIL 01-02-2010: Alunas do Colégio Mackenzie conversam durante a saída de aula. Com o aumento do peso das mochilas das crianças, escolas têm adotado medidas que vão da orientação até a oferta de armários individuais para as crianças. (Foto: Rafael Hupsel/Folhapress, COTIDIANO)
Dia 16 de fevereiro de 2016 | Por Brenda Cruz | Sobre Notícias e Saúde

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Entre lápis, caneta, borracha, cadernos e tinta, a mochila escolar é o objeto de maior cobiça entre os estudantes. Dentro de um vasto leque de opções, elas podem ser as grandes vilãs da saúde das crianças e adolescentes que, frequentemente apresentam quadros de dores na coluna, muitas vezes sem suspeitarem ser devido ao peso elevado da mochila.

Além de fiscalizar o peso diariamente, os pais devem atentar-se para a qualidade do material, para a altura das alças ou então o comprimento do apoio, no caso dela ser de rodinhas. O uso incorreto das mochilas escolares pode acarretar em dor, alterações e “vícios” na postura que, se não forem corrigidos a tempo, podem se tornar prejudiciais e se agravar ao longo do tempo, levando a problemas mais sérios como, por exemplo: hipercifose no tórax, hiperlordose na lombar e escoliose.

Confira as dicas da Rede de Reabilitação Lucy Montoro:

 evite levar brinquedos e artigos desnecessários para a escola.

 atente para o material escolar necessário somente para as matérias do dia, verifique a grade de horários diariamente.

 leve os alimentos em uma lancheira.

 sempre que possível, opte pelo uso de folhas avulsas de um fichário no lugar dos tradicionais cadernos de capa dura.

 no caso das mochilas de rodinha, a altura deve estar adequada de modo que evite torção ou inclinação do tronco. A criança deve ficar reta.

 crianças menores devem usar rodinhas maiores.

 quando usadas nas costas, a parte superior não deve ultrapassar a altura dos ombros; a parte inferior deve chegar no máximo a 8cm acima da cintura; não deve ultrapassar a largura do tronco.

 é fundamental que elas tenham duas alças acolchoadas para dividir o peso, além de uma cinta abdominal para evitar oscilações.

 o material mais pesado deve ficar embaixo, e o conteúdo da mochila deve ficar preso.

 a mochila vazia não pode pesar mais de 1 kg

 o peso total da mochila, de acordo com sugestão da Organização Mundial da Saúde (OMS), não deve ultrapassar 7% do peso da criança.

Por Brenda Cruz / Fonte: Rede de Reabilitação Lucy Montoro

 

 

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