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Dia 6 de agosto de 2016 | Por Revista D+ | Sobre Edição 10

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Todo passo adiante é uma vitória. E há muitas formas de vencer, mas nenhuma delas se dá sem o apoio de outros. A velocista cega mais rápida do mundo, a mineira Terezinha Guilhermina, começou no esporte se inscrevendo para a natação porque não tinha tênis para fazer atletismo, que era seu desejo. Sua irmã Evânia foi quem lhe deu o único par de tênis que tinha, e assim Terezinha pisou nas pistas pela primeira vez.

Fernando Rufino, o Cowboy, paratleta da canoagem, enfrentou acidentes variados e limitantes. Mas foi no colo da família e dos amigos que conseguiu amparo e incentivo. O paratleta de triatlo, Fernando Aranha, idealizou um projeto junto com o Instituto Entre Rodas & Batom, que fornece cadeiras de rodas esportivas para crianças. Dessa forma, elas podem fazer aulas de educação física e com maior mobilidade. Um dos contemplados pelo projeto foi Geovanne Amorim, o garotinho da capa.

É assim: ninguém faz nada sozinho. Tampouco nós. Com muita alegria estamos indo para as bancas de todo o Brasil a partir desta edição de número 10 e, tal como tudo nesta fascinante jornada que é a vida, isso só é possível caminhando lado a lado com quem quer dividir e somar conosco.

Nas próximas páginas você poderá conferir a grande reportagem de capa, em que abordamos, por meio de atletas paralímpicos como o nadador Daniel Dias, o jogador de futebol de 5, Ricardinho e a nadadora Susana Schnarndorf, entre outros, a inclusão social da pessoa com deficiência pelas mãos do esporte.

Também verá algumas matérias especiais que preparamos sobre a população idosa: a partir de agora, sua Revista D+ sempre trará temas imprescindíveis voltados a quem tem mais milhas nessa estrada. Confira na página 76.

Práticas na Educação Inclusiva aborda o aluno com deficiência física na educação física escolar. Veja como favorecer a aprendizagem de práticas corporais centradas no movimento de maneira inclusiva.

Tem móveis confeccionados com “próteses”, boneca cadeirante viajando o mundo e inspirando crianças, jovens e adultos, academias acessíveis e muito mais. Em tempos de Jogos Paralímpicos no Brasil, que haja muitas vitórias: em especial aquelas que ultrapassam o pódio e se estabelecem com determinação pelo resto da vida.

Ótima leitura!

Rúbem Soares
Diretor

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