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Dia 10 de agosto de 2016 | Por Revista D+ | Sobre Edição 10


O jornalista Jairo Marques lança o livro Malacabado, desconstrói rótulos sobre a deficiência e revisita passagens marcantes de sua vida

texto Brenda Cruz e Taís lambert   fotos Marcos Florence

[quote]”A palavra malacabado, espécie dejairo corruptela de ‘mal-acabado’, é uma galhofa, uma provocação à falsidade disfarçada em discurso politicamente correto, que abraça e chama alguém de ‘especial’ diante de uma plateia, mas golpeia a cidadania pouco a pouco, nas várias situações em que ela precisa verdadeiramente ser representada e respeitada com inclusão, com acesso, com todos juntos.”[/quote]

É assim que Jairo Marques, 41 anos, dá o tom do recado na introdução de seu primeiro livro, Malacabado, recém-lançado em disputadíssima noite de autógrafos na Livraria Martins Fontes, na Avenida Paulista.

O jornalista que trabalha há 17 anos no jornal Folha de São Paulo e há oito anos escreve no blog Assim como você nasceu em uma casa simples em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul.

Cobriu diversas pautas dentro e fora do país, inclusive as Paralimpíadas de Londres em 2012. Com nove meses de vida, teve poliomielite, a doença que atingiu centenas de crianças na década de 1970, causando paralisias e até mesmo mortes. Foi ela que deixou sequelas no garoto: a perda dos movimentos das pernas e parcialmente do braço esquerdo.

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