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Dia 18 de novembro de 2016 | Por Revista D+ | Sobre Edição 11

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Há barreiras que insistem em parecer intransponíveis. Cada tijolo desse extenso muro foi assentado com vigor e destreza, sedimentado pelo preconceito de gerações a fio e validado por cada política pública não criada, por cada lei não respeitada, por cada sentimento de igualdade e pertencimento não concedido.

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Surdo desde os quatro anos, João Carlos utiliza a Língua Brasileira de Sinais, a Libras, para se comunicar. “Gosto muito de trabalhar com pessoas ouvintes, com as quais interajo muito bem”

A terceira e recém publicada edição da pesquisa Profissionais de Recursos Humanos: expectativas e percepções sobre a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, realizada pela iSocial/Catho, com o apoio da Associação Brasileira de Recursos Humanos – ABRH-Brasil, ouviu 1.459 profissionais de RH de empresas instaladas no país. O objetivo é apontar as dificuldades que as organizações enfrentam para contratar e manter os profissionais com deficiência. 

Os números dão conta da realidade: segundo a percepção dos profissionais de Recursos Humanos pesquisados, 86% ainda contrata somente para preencher a cota estabelecida por lei. Sobre a qualidade das vagas, 60% dos entrevistados afirmam que é regular e que poderia ser mais adequada aos perfis profissionais, e 16% revelam que são ruins ou inadequadas.

Se trouxermos a lupa para condições específicas, como a surdez e a deficiência auditiva, 78 mil são os que têm carteira assinada, segundo o último levantamento (de 2014) da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).

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