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Dia 18 de novembro de 2016 | Por Revista D+ | Sobre Edição 11

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Todo ser humano é sexuado e a educação sexual pode contribuir para o desenvolvimento de ações autônomas e preventivas em saúde sexual e reprodutiva. Quando pensamos nas pessoas com deficiência, o que pode ser diferente é o modo como a sociedade considera a sexualidade de alguém que tem algum limite cognitivo, motor, sensorial ou outro(s).

Por serem consideradas “imperfeitas”, essas pessoas são estigmatizadas como “diferentes” também em sua sexualidade. No entanto, é preciso esclarecer que elas têm os mesmos desejos, sentimentos e as mesmas necessidades sexuais e precisam de condições favoráveis para usufruir seu direito de expressão sexual.

No caso de pessoas com deficiência intelectual (DI), os limites cognitivos podem dificultar a aprendizagem de condutas sexuais e afetivas. Nesse sentido, se nada for explicado às crianças e aos jovens com DI, eles acabam expressando o desejo sexual de modo inadequado por não terem aprendido a se comportar socialmente.

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