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Dia 18 de novembro de 2016 | Por Revista D+ | Sobre Edição 11

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O olhar da mídia sobre os atletas com deficiência nos esportes de alto rendimento

Super-humanos”, “heróis”, “especialíssimos”. Você deve ter ouvido algumas dessas expressões na mídia durante os Jogos Paralímpicos Rio2016. Era comum alguns órgãos da grande mídia se referirem aos atletas paralímpicos com esses ou outros termos semelhantes, além de enfatizarem o “exemplo de superação”. Em outro extremo, há algumas décadas, a mídia referia-se a esses indivíduos como “aleijados”, “inválidos”, “excepcionais” ou algo assim, na linha do “coitadinhos”.

Para além da crítica a essa visão midiática a respeito dos atletas com deficiência, o importante é refletir sobre o que leva a tal pensamento. Assim como são pejorativos e preconceituosos alguns termos – “aleijados”, “inválidos”, “excepcionais” –, tampouco é dignificante às pessoas com deficiência serem vistas como “heróis”, “super-humanos”, “especiais” e outros termos semelhantes.

A maioria das pessoas com deficiência rejeita peremptoriamente esses rótulos, visto que eles estão carregados de estigma em relação ao outro – o corpo diferente. Isto é, a pessoa com deficiência é vista como alguém que, contra todas as expectativas, triunfa sobre a “tragédia da própria condição”, teve capacidade de “superação” etc.

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