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Dia 18 de novembro de 2016 | Por Revista D+ | Sobre Edição 11

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Atualmente, a escola depara com diversas propostas que visam a contribuir com a educação básica, no que tange à atuação efetiva do aluno em ações que dizem respeito a problemas concernentes ao bem comum. Nesse contexto, encontramos várias tendências que apontam para o protagonismo juvenil. Mas, o que é o protagonismo juvenil? Apresentamos algumas ideias baseadas no material desenvolvido pelo Instituto Ayrton Senna, para a Secretaria Estadual da Educação do Rio de Janeiro.

Desde o inicio do século XX, já se pensava na participação ativa dos alunos na sua própria aprendizagem, materializada nos grêmios estudantis e nos conselhos escolares. No entanto, é no final da década de 1990 que essa participação passa a ser pensada dentro do currículo, apenas em meados do século XXI que começa a ser incentivada, por meio de vários projetos de instituições externas à escola, motivadas pelas profundas mudanças do trabalho estruturado sob o capital e o vertiginoso avanço nos campos científico e tecnológico.

Objetivando criar as bases do protagonismo juvenil, é preciso que toda a comunidade escolar, consciente e intencionalmente, assuma que as ações cotidianas (de pensar e construir a escola) devem incluir o estudante como sujeito ativo e ator principal. Para que essa perspectiva seja possível, é necessário um entendimento de qual é o contexto geracional, social e cultural dos jovens estudantes.

O protagonismo juvenil prevê a participação ativa do jovem no planejamento da ação, na execução, na avaliação e na apropriação dos seus resultados. Antônio Carlos Gomes da Costa utiliza o termo protagonismo juvenil para denominar a participação de adolescentes no enfrentamento de situações reais na escola, na comunidade e na vida social mais ampla.

Para que os jovens possam ser formados de modo mais abrangente (o que inclui o modo como convivem, como se relacionam com a escola, com o conhecimento e o mundo do trabalho) é necessário o desenvolvimento da autonomia e de algumas competências cognitivas e socioemocionais, indispensáveis para se viver no mundo atual, tais como:

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