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Aline-Maria-Pizzoquero
Dia 9 de março de 2017 | Por Revista D+ | Sobre Edição 13

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texto Brenda Cruz   fotos Taís Lambert, de Piracicaba, São Paulo

Ganhadora do III Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência, a empresa Caterpillar conseguiu em poucos anos modificar, além de sua estrutura física, o conceito sobre o trabalhador com deficiência e assim provocar uma mudança positiva em toda sua estrutura organizacional

Superando quaisquer expectativas sobre o possível vencedor do III Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência em 2016, promovido pela Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo no mês de dezembro, a Caterpillar levou o primeiro lugar, surpreendendo os veteranos em ações de inclusão. Há pouco mais de três anos, a empresa líder de mercado no segmento de fabricação de produtos como escavadeiras hidráulicas, tratores de esteiras, motoniveladoras, compactadores, carregadeiras de rodas e retroescavadeiras, iniciou o programa JUNTOS: Ser Diferente é Somar, que mudou o modelo de contratação e gestão dos funcionários com deficiência na empresa.

Aline Maria Pizzoquero, surda de nascença, trabalha no setor operacional de logística.

Aline Maria Pizzoquero, surda de nascença, trabalha no setor operacional de logística.

“A Caterpillar percebeu que o recrutamento e a seleção de pessoas com deficiência por si só não era o bastante para proporcionar a inclusão desses profissionais, por isso, preocupou-se com uma atuação além da Lei de Cotas”, contou Michelle Bellini Marcello, coordenadora do programa. Ela afirma, ainda: “O primeiro passo foi revisar todas as práticas e políticas internas para que não houvesse condutas de favorecimento nem de exclusão pela mera condição da diversidade”.

Marco Antônio Zurck, 52, trabalha no setor operacional e de logística e está há quatro anos na empresa. Seu trabalho é a última etapa da linha de produção: ele verifica se todas as peças estão saindo na quantidade e forma corretas para não haver erros na montagem. “Aqui é diferente de outros locais onde trabalhei, pois eles antecipam o que a gente precisa para trabalhar melhor. As meninas sempre nos perguntam o que pode ser melhorado no setor que trabalhamos”, conta.

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