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psique
Dia 9 de março de 2017 | Por Revista D+ | Sobre Edição 13

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[tab_item title=”Texto em Português”]

por Aline Wanderer*

A questão da violência tem sido amplamente discutida nos meios de comunicação e na área acadêmica. Considerada como problema de saúde pública, seu conceito, configurado e modificado historicamente, vem passando por intensas alterações, fazendo com que passemos a classificar como violência uma série de eventos antes considerados como legítimos e aceitáveis, em âmbito público e privado.

A atuação de movimentos sociais organizados, que passaram a denunciar formas invisibilizadas de opressão, tem exercido papel essencial nesse processo. É assim que têm ganhado espaço as discussões acerca da violência contra a mulher e o idoso, da opressão em razão da orientação sexual e das formas aceitáveis de imposição de limites e educação das crianças.

A violência, genericamente, relaciona-se a uma assimetria e abuso de poder nas relações, que nega o outro enquanto sujeito integral. Didaticamente, é classificada conforme sua natureza ou objeto. Assim, pode ser física, sexual, psicológica, por negligência ou patrimonial, praticada nas relações interpessoais e comunitárias ou no âmbito das instituições.

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