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Dia 8 de março de 2017 | Por Revista D+ | Sobre Oculto Edições

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O PRIMEIRO PASSO

Para desvendar a sexualidade a dois é preciso paciência, assim foi para Vera Garcia, 47 anos, pedagoga, amputada do braço direito aos 11 anos, e que tentava desde os 18 – em seu primeiro namoro – a segurança
no relacionamento.

Para lidar com as dificuldades, Vera criou o blog Deficiente Ciente, em 2009, em que compartilha pensamentos de que é possível seguir em frente mesmo com uma deficiência adquirida.

no-inicioNa vida amorosa, por não sair muito para barzinhos e baladas, assim como muitas pessoas com e sem deficiência, optou por uma maneira alternativa de se relacionar com novas pessoas, e em 2013 conheceu o seu atual companheiro, Hélio de Faria, 61 anos, comerciante, em um site de relacionamento, e diz nunca ter escondido quem realmente era. “Não tinha motivo para esconder minha deficiência, até mesmo porque isso faria com que o homem que entrasse em contato estivesse realmente interessado em mim”.

Para a psicóloga Tatiana Camargo Guimarães, 37 anos, “O parceiro ou a parceira tem suma importância na retomada ou descoberta da qualidade da vida sexual. Assim como o psicólogo deve fazer orientações aos casais quando necessário, pontuando questões referentes a posicionamento, redescoberta de novas zonas erógenas e prazerosas ao casal, sendo um facilitador na redescoberta da atividade sexual com qualidade e segurança”.

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