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Dia 21 de maio de 2017 | Por Revista D+ | Sobre Edição 14

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Em pleno século XXI noivas cadeirantes ainda enfrentam barreiras arquitetônicas, sociais e atitudinais no momento do casamento. Conheça a história de quem precisa lutar para entrar no vestido de noiva, no salão de beleza, no cartório, na igreja, na própria festa…

texto Audrey Scheiner e Mayra Ribeiro fotos Arquivo pessoal

Aline Adams ao lado do marido, Vicente Andrade, no ensaio de pré-casamento

Aline Adams ao lado do marido, Vicente Andrade, no ensaio de pré-casamento

Você sabia que noivas cadeirantes abandonam o sonho de casar por descaso do mercado? “É só trocar a porta por uma de correr, não é um problema muito difícil de resolver. Se vocês conseguirem fazer essa adaptação, me liguem”, disse Aline Adams, 25 anos, ao pessoal de um salão de beleza de Cascavel, no Paraná. Ela está esperando o retorno há um ano. E era só uma porta…

Em um dia de chuva de 2012, a advogada sofreu um acidente de carro enquanto dormia no banco de trás sem cinto de segurança. A partir disso, passou a ter dificuldades de acessibilidade e inclusão, e agora, durante os preparativos do casamento com data marcada para abril, não tem sido diferente.

Michelle Balderama, 29, e Leia Sales, 42, também enfrentaram situações parecidas na época dos preparativos. Felizmente, não se abalaram e concretizaram o sonho do grande dia. A paulistana Michelle, que hoje trabalha como bancária, perdeu a sensibilidade das pernas há 11 anos, quando se envolveu em um acidente de moto. Já a carioca e auxiliar de Recursos Humanos Leia teve paralisia infantil aos três.


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