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Dia 21 de maio de 2017 | Por Revista D+ | Sobre Edição 14

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Já vimos, em diversas edições da Revista D+, o quão importante é o desenvolvimento de competências para o exercício da profissão de tradutor/intérprete de língua de sinais. Das várias habilidades exigidas de um Tils, há uma essencial: o conhecimento que o tradutor/intérprete precisa ter sobre as línguas envolvidas no ato da tradução/interpretação, chamada competência linguística.
Contudo, para se estabelecer uma boa dinâmica de tradução/interpretação entre duas línguas é necessário compreender a ideia do texto de forma mais clara e completa possível, tendo um entendimento objetivo dos fatos que a compõem.

Para isso, é preciso recriar e reestruturar as ideias nas formas que a língua para a qual se traduz/interpreta oferece, levando também em consideração, a ótica da cultura ligada a essa língua e suas especificidades. 

O escritor e tradutor José Francisco Botelho diz que a “tradução pega o que há de estranho e único em determinada língua e tenta recriar essa estranheza em outra; assim o estranho se torna familiar e o familiar, estranho; nesse jogo de estranhamento e reconhecimento, as línguas se contaminam e se enriquecem mutuamente”.

No entanto, muitas vezes, a dificuldade que se tem no ato da tradução/interpretação não está na limitação do Tradutor/intérprete, mas sim na falta de clareza do texto fonte. Nesses casos, cabe ao Tils interpretar aquilo que o autor teve a intenção de expressar. E isso não é tarefa fácil!

É aqui que surge o que vou chamar de competência interpretativa. Esta requer um maior grau de intervenção do tradutor/intérprete e, consequentemente, exige maiores qualificações desse profissional, cujo papel passa a ter maior carga de responsabilidade.


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