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Dia 21 de maio de 2017 | Por Revista D+ | Sobre Edição 14

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A violência contra a pessoa com deficiência é cometida de muitas formas. Seja como for, humilha, traumatiza, deixa marcas profundas e deteriora a dignidade humana

texto Taís Lambert fotos Taís Lambert e Shutterstock
colaboração Audrey Scheiner, Brenda Cruz e Mayra Ribeiro

“ Conheci-o na escola, quando cursava o ensino médio. Estudávamos em salas próximas e nos paquerávamos. Eu trabalhava o dia inteiro e estudava à noite. Cheguei na escola em um dia de muita chuva, toda molhada, e ele ofereceu ajuda para secar meu cabelo. Começamos a ter amizade, ele era militar e muito bonito, ficamos juntos…
… Sentia muito medo, mas criava expectativas de melhoras, acreditando que um dia ele mudaria o comportamento…
… Eu estava grávida, era uma gravidez de risco. Tive que ficar 15 dias na cama, de repouso. Ele me deixava trancada, com sangramento, e as horas de comer e tomar banho passavam. Eu ia até a janela, gritava minha vizinha e ela vinha me ajudar…
… O casamento durou 13 anos. Ele me fazia ameaças. Já foi na casa dos meus pais e mirou revólver na cabeça deles, dizia que ia matar minha família. Mas eu tive uma criação em que mulher divorciada não prestava, e eu tinha que ser mulher de um homem só. Alimentava aquilo e esperava que, com o tempo, ele mudasse…”

 

Rosa Maria Batista Santos, 56 anos, com focomelia, síndrome caracterizada pela aproximação ou encurtamento dos membros junto ao tronco, devido à ingestão de Talidomida por sua mãe, durante a gestação. De Corumbá, Mato Grosso do Sul
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