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Dia 21 de maio de 2017 | Por Revista D+ | Sobre Edição 14

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Conheça a história de Helton Josué Teodoro Muniz, considerado o maior frutólogo do Brasil, que deu de ombros para a deficiência neuromotora e se lançou em uma linda jornada com a natureza

texto e fotos Taís Lambert colaboração Wagner Nunes

frutas-rarasAs mãos estavam tingidas pela cor viva das jabuticabas, cujas sementes ele segurava com certa dificuldade enquanto empurrava-as terra adentro, em pequenos saquinhos pretos em cima da bancada. Os cabelos em desalinho, a camisa polo azul claro, a calça jeans e as galochas brancas, todos manchados da lida diária, refletiam o que Helton Josué Teodoro Muniz é na essência: um trabalhador da terra, um amante humilde da natureza.

Aos 36 anos, ele é um frutólogo autodidata e recordista: em seu Viveiro de Mudas Saputá, no Sítio Frutas Raras, em Campina de Monte Alegre, no interior de São Paulo, há nada menos do que 1.400 espécies de frutíferas, entre nativas e de várias partes do mundo, exóticas e raras.

Helton nasceu em Piracicaba (SP), mudou-se para Angatuba aos dois anos e, aos 15, para a fazenda – que era dos avós – onde vive e cultiva seu sonho e sustento até hoje. A deficiência é um comprometimento neuromotor causado por atraso de parto e lhe rendeu muitos anos de fisioterapia e calçados ortopédicos. O andar e a fala, assim como a capacidade motora fina, trazem os resquícios dessa condição.


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