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Dia 7 de novembro de 2016 | Por Rosa Buccino | Sobre Cursos, Feiras & Eventos e Educação e Idosos

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A I Jornada Científica do Instituto de Ensino e Pesquisa Apae de São Paulo, dia 3 de novembro, destacou algumas ações e estudos em favor das pessoas com deficiência intelectual.

As pautas abordadas foram além da produção e difusão do conhecimento científico, uma vez que também objetivam a inserção das pessoas com deficiência intelectual no mercado de trabalho, prestando-lhes assistência, valorizando potencialidades e habilidades.

“É preciso persistir na elaboração do conhecimento”, destacou Rita de Cassia Alves, gerente do Instituto de Ensino e Pesquisa Apae de São Paulo,  no início do evento. Alinhada a essa orientação, Flávia Piazzon, consultora médica do Serviço de Referência de Triagem Neonatal da Apae de São Paulo, destacou sobre o estudo mutacional de pacientes da associação com deficiência de biotinidase – doença metabólica que faz com que o organismo não consiga obter a vitamina biotina presente em alimentos que compõem uma dieta normal.

Laura Maria de Figueiredo Guilhoto

Sônia Marchezi Hadachi, supervisora do Serviço de Referência de Triagem Neonatal, afirmou que o Teste do Pezinho é essencial para que se observem algumas doenças que podem resultar em deficiências intelectuais. Ela também evidenciou sobre procedimentos, avaliação e tratamentos disponibilizados nesses casos.

Adiante, Leila Castro, supervisora do Departamento de Envelhecimento, apresentou as contribuições científicas no que se refere ao envelhecimento da pessoa com deficiência intelectual. “Difundir o conhecimento e falar de envelhecimento é, hoje, uma de nossas missões”, sublinhou. Na mesma direção, Claudia Lopes, fonoaudióloga do Departamento de Envelhecimento, pontuou que é preciso uma abordagem prática para lidar com esse assunto e que os bons resultados, ou seja, a avaliação correta, caso a caso, depende do que ela denomina Projeto Terapêutico Singular (PTS), que inclui quatro etapas: diagnóstico, definição de metas, divisão de responsabilidade, reavaliação e monitoramento das ações.

No fluxo das abordagens sobre o envelhecimento, a Dra. Laura Maria de Figueiredo Guilhoto, coordenadora de pesquisa do Instituto Apae de São Paulo, destacou a segunda edição de Envelhecimento e Deficiência Intelectual, livro de sua autoria que aborda, entre outras questões, o envelhecimento de pessoas com deficiência intelectual.

 

Foto: Divulgação APAE-SP

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