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Dia 4 de maio de 2016 | Por Rosa Buccino | Sobre Notícias

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Educação e saúde são temas discutidos em audiência pública na cidade de Santos

 

Reportagem: Rosa Buccino

 

O vereador Hugo Duppré conduziu a Audiência Pública, na Câmara dos Vereadores de Santos; e foi acompanhado pelo Dr. Wanderley Domingues e Dilcelene Quintanilha, subsecretária de ensino da Secretaria Municipal de Educação de Itaboraí, RJ (à esquerda) e Ana Lúcia Felix, presidente do Grupo Acolhe Autismo (à direita).

O vereador Hugo Duppré conduziu a audiência pública, na Câmara dos Vereadores de Santos; e foi acompanhado pelo Dr. Wanderley Domingues e Dilcelene Quintanilha, subsecretária de ensino da Secretaria Municipal de Educação de Itaboraí, RJ (à esquerda) e Ana Lúcia Felix, presidente do Grupo Acolhe Autismo (à direita).

Durante audiência pública realizada na Câmara de Vereadores de Santos, São Paulo, no dia 29 de abril, Dilcelene Quintanilha, subsecretária de ensino da Secretaria Municipal de Educação de Itaboraí, RJ, mencionou sobre as atividades da chamada Clínica-Escola local criada há dois anos, cujas missões incluem atendimento pedagógico e terapêutico, acolhimento às famílias e formação profissional. “A cidade de Itaboraí possui aproximadamente 200 mil habitantes e somente 700 crianças estão inseridas na rede de ensino municipal. Até por esse motivo, a Clínica-Escola atende educandos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e forma professores com o intuito de que as práticas pedagógicas possam ser aplicadas de acordo com a necessidade de alunos com TEA e de modo a prepará-los para o ensino regular”, detalhou ela.

Já Ana Lúcia Felix, presidente do Grupo Acolhe Autismo, criado há quatro anos, voltou a defender as iniciativas para acolher pais e familiares de modo a esclarecê-los nas áreas de saúde e educação relacionadas ao TEA. Uma das ações do grupo segue em favor do acolhimento à família. “Ainda hoje existem mães que temem comentar sobre os filhos com TEA. Por isso, é preciso que cada familiar saiba como conquistar espaço, colaborando para que o filho tenha educação regular com vistas à fase adulta”, destacou.

O Dr. Wanderley Domingues, neuropsiquiatra e presidente do Centro Pró-Autista de São Paulo, destacou a necessidade de mudanças emergenciais nos serviços públicos prestados à sociedade com ênfase para as áreas de saúde e educação. Sinalizou ainda que é preciso lutar em favor da educação e dos direitos das pessoas com TEA que ainda ‘pedem’ autonomia e independência. E, nesse sentido, a aprendizagem é fator essencial.

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