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Às vezes, pode parecer difícil tornar um ambiente acessível, as adaptações parecem exigir atitudes muito complicadas ou um gasto gigantesco. Porém, o Japão mostrou que isso pode ser feito tanto com recursos altamente tecnológicos quanto através de práticas simples.

Existem alguns ajustes que já são feitos no Brasil, como semáforos sonoros para pessoas com deficiência visual. Contudo, o Japão dá uma lição de inclusão e respeito em vários pontos de sua capital.

Em Tóquio há um barulhinho que é emitido em alguns locais da cidade para orientar os pedestres. O som do “cuco” indica que está seguindo para região norte-sul, já o “piu” do passarinho aponta a direção leste-oeste.

Os locais públicos são sempre acessíveis, além de informações em braile e pisos táteis, possuem rampas de acesso por toda parte e banheiros adaptados. As calçadas são planas e sem buracos para que cadeirantes possam circular com autonomia.

No transporte público, o exemplo é ainda maior. O piso dos ônibus é baixo, facilitando o uso de rampas simples que dispensam o elevador hidráulico. No metrô, o atendimento é especial: ao passar na catraca, a PcD é recebida por um funcionário que pergunta onde será o desembarque. Assim, ele pode ligar para a estação de destino, disponibilizando alguém para aguardar essa pessoa. Em alguns vagões, nem há necessidade de usar a rampa de acesso, pois praticamente não há vão entre o trem e a plataforma.

O fato é que a tecnologia, sozinha, não tem poder para modificar uma realidade, mas através de uma consciência de respeito ao próximo e de suas necessidades, é possível usá-la a favor de uma sociedade mais inclusiva.

Por Renata Lins / Fonte: Jornal Nacional

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