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Dia 25 de janeiro de 2017 | Por Audrey Scheiner | Sobre Arte e Cultura e Notícias

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O Instituto Mauricio de Sousa e a Fundação Dorina Nowill para Cegos oficializaram uma parceria em evento na semana passada. A união tem como propósito desenvolver um projeto voltado para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual, por meio de produtos acessíveis e materiais educativos, utilizando a imagem da Dorinha, personagem inspirada no nome da organização. Ela terá sua imagem estampada em diversos produtos. Parte do lucro será revertido para manter o projeto.

“Hoje, na verdade, só estamos formalizando essa união, porque já temos trabalhado muito para promover a Dorinha, personagem que nasceu com toda a carga emocional que merecia”, disse Mauricio de Sousa ao público do evento “Quando ela vai a algum lugar, é coberta de perguntas que correspondem às curiosidades das crianças. E há um preparo muito grande dos artistas que interpretam a personagem para responder a essas perguntas de acordo com um vasto aprendizado que tive com a própria Dorina Nowill”, completou. .

Dorinha foi uma das primeiras personagens com deficiência a integrar a Turma da Mônica. Foi apresentada ao público em novembro de 2004, quando chegou às bancas. Depois de 13 anos, essa iniciativa promete ampliar a aparição da personagem que representa a deficiência visual nas histórias em quadrinhos mais famosas do Brasil.

Ika Fleury, Presidente do Conselho da Fundação Dorina, afirma que a colaboração é um grande ganho para todos. “Vamos pensar em produtos diversos, para todos os públicos e que possam ampliar a presença de uma personagem cujo foco é mudar a consciência e aumentar o conhecimento sobre a deficiência visual desde a infância. Com certeza teremos ótimas novidades para o mercado nos próximos meses!”, enfatiza.

Durante o evento na fundação, ocorreu uma sessão especial de Cine Gibi 8 com audiodescrição para crianças com e sem deficiência.

Cine Gibi Acessível

Além da personagem Dorinha e da admiração mútua entre Mauricio de Sousa e Dorina Nowill, a relação entre as marcas é ainda maior. A Fundação Dorina – por meio de sua empresa de produtos e serviços de acessibilidade, a DNA Editora e Soluções em Acessibilidade – é responsável pela audiodescrição nos episódios dos filmes do Cine Gibi, produzido pela Mauricio de Sousa Produções.

“A audiodescrição é um recurso muito importante para que as pessoas com deficiência visual tenham acesso às imagens contidas em filmes, livros, revistas e ambientes”, explica Ika Fleury. “O Cine Gibi acaba sendo uma forma bem interessante de as crianças com e sem deficiência visual poderem aproveitar as historinhas com inclusão e acessibilidade”.

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