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A cartilha Juca em uma viagem pelo aparelho urinário trata o tema de forma clara e compreensiva, com uma linguagem dinâmica para as crianças. É um projeto de extensão do curso de enfermagem da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu, no interior de São Paulo.

A mielomeningocele corresponde a uma malformação congênita que afeta a espinha dorsal, conhecida como espinha bífida. A garotada que possui essa deficiência apresenta complicações neurológicas, como a bexiga neurogênica, e não sente vontade de fazer xixi. A medula e as raízes nervosas ficam expostas e muitos dos nervos podem estar traumatizados ou sem função. Os órgãos inervados pela espinha dorsal (bexiga, intestinos e músculos) podem também estar afetados pelas complicações neurológicas.

Quando a bexiga fica cheia, é preciso esvaziá-la de quatro a seis vezes ao dia com cateter, por meio do procedimento chamado cateterismo intermitente limpo. Esse procedimento é fácil e rápido, a criança pode aprender a fazer sozinha.

De acordo com o professor João Luiz Amaro, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia, a cartilha ajuda muito na disseminação de informações sobre o tema. “A informação exerce um papel fundamental, melhorando a qualidade de vida de quem tem bexiga neurogênica”. O médico também enfatiza a informação: “Para as crianças, o fator educacional, a compreensão do problema vesical e das técnicas de cateterismo é fundamental, pois poderá evitar as complicações, como infecções urinárias, decorrentes da bexiga neurogênica”.

Para ler a cartilha, é só acessar o site http://www.doutorbexiga.com.br/#book5/page1.

Como evitar

Se as mulheres consumirem alimentos como farinha com ácido fólico, antes de engravidarem e no primeiro trimestre da gravidez, a mielomeningocele pode ser evitada. Os pais podem ter mais de um filho com a doença e a maior incidência é no sexo feminino. O ácido fólico é suplementado durante o pré-natal das gestantes, por isso, ter acompanhamento é muito importante.

De acordo com a pediatra Beatriz Beltrame, Formada pela Faculdade Evangélica de Medicina do Paraná, em um artigo publicado no site Tua Saúde, o tratamento para a mielomeningocele é feito nas primeiras 48 horas após o nascimento da criança. Uma cirurgia é feita para fechar a coluna vertebral e proteger a medula, evitando assim infecções e lesões graves que podem colocar em risco a vida do bebê.

 

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