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Dia 6 de fevereiro de 2017 | Por Audrey Scheiner | Sobre Notícias e Trabalho

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O preconceito em relação aos jovens com deficiência é ainda vigente no mercado de trabalho. O principal receio das empresas é reforçado pela ausência de centros de capacitação especializados para esse público. Para mudar essa realidade na região do Grande ABC, a Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com deficiência (Apraespi) criou seu Centro Ocupacional e Profissionalizante.

A Apraespi atende atualmente 300 aprendizes em período integral. Desde sua fundação, mais de 1200 jovens com deficiências físicas e intelectuais chegaram ao mercado de trabalho. No centro profissionalizante os jovens dispõem de várias opções de curso: marcenaria, informática, horticultura, jardinagem e reflorestamento. Existem também programas de estágio em parceria com empresas da região, feitos dentro da própria unidade.

Segundo Lair Moura, superintendente da associação, responsável pelo centro de capacitação, o instituto acredita que a função de todo processo educacional é formar cidadãos e prepará-los para a vida, e o trabalho faz parte disso. “Com jovens com deficiência não é diferente, por isso no Centro Ocupacional e Profissionalizante a Apraespi qualifica o aprendiz e encaminha-o ao mercado de trabalho. Isso representa independência e autoestima para o jovem e orgulho para sua família. É a transformação social através do trabalho”, enfatiza Lair.

Ele ainda relata que, de acordo com a Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência nas empresas (Lei 8213/91), o funcionário, além de ser contratado, precisa de um supervisor e ser bem acolhido. “Acima de tudo, a empresa deve tratá-lo de modo que ele se sinta igual a qualquer outro funcionário. Hoje os centros que profissionalizam os jovens com deficiência estão realizando um trabalho cada vez mais forte no sentido de aumentar a produtividade desses trabalhadores”, diz. Lair finaliza: “Somando isso a um ambiente de trabalho favorável, os jovens com deficiência serão ótimos profissionais nos quadros das empresas”.

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