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Dia 16 de outubro de 2015 | Por Brenda Cruz | Sobre Notícias e Trabalho

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A formação continuada de profissionais da educação é extremamente importante para capacitá-los a desenvolver uma interação de qualidade, e assim, compartilhar conteúdos com didáticas eficientes. Pensando nisso, a Mais Inclusão promoveu seu 5º Encontro de Formação em Serviço dos Tradutores/Intérpretes de Libras (TILS). A Mais Inclusão possui a maior equipe de TILS, que trabalha em escolas inclusivas com alunos surdos. Atende escolas das redes municipal (da capital paulista) e estadual (nas cidades de Sumaré, Hortolândia, Paulinia, Bragança Paulista, Atibaia, Pinhalzinho, Nazaré Paulista e Piracaia).

As reuniões ocorreram nos dias 21 e 29 a 31/07 nas unidades de São Paulo e Sumaré com a participação de, em média, 90 TILS. Foram ministradas palestras para orientação de trabalho com foco no ambiente escolar e ensino básico.

A formação contou com atividades para aprimorar as competências profissionais. Por exemplo: pesquisa de vocabulário das disciplinas, oficina de tradução/interpretação e oficinas de expressão corporal/facial. As atividades foram ministradas pelo professor e ator Dilson Nery, pela professora Rafaella Sessenta e pela TILS Carolina Gomes, orientados pela profa. Silvana Zajac, com direção geral do psicólogo Rúbem Soares.

A interpretação de libras envolve a escolha de palavras adequadas para que haja, de fato, a comunicação clara. Por isso, a intérprete Carolina Gomes também ministrou uma palestra sobre técnicas de atuação e “seleção de palavras”.

Além disso, houve momentos de descontração aliados ao aprendizado. Compondo a programação, Dilson Nery, diretor artístico da Mais Inclusão, promoveu uma oficina de expressão corporal, “O corpo que brinca”.  A intenção, segundo ele, é desenvolver mecanismos pessoais de interpretação através da experiência teatral. “Deslocar o olhar de si no cotidiano para perceber-se de forma “brincante”, assumindo de forma lúdica o lugar de outros personagens, gera novas percepções corporais, um novo olhar para sua autoexpressão”, afirma. Os intérpretes foram desafiados, diante de uma câmera, a ampliar sua autoconfiança. Para Dilson, o intuito é, justamente, fazê-los enxergar seus limites e se sentirem seguros diante de uma plateia.

Segundo avaliação dos participantes, os resultados foram muito positivos. Foram contempladas suas necessidades e as atividades permitiram a interação e troca de conhecimento. A Mais Inclusão realiza encontros de formação de TILS, ao menos, duas vezes ao ano. O objetivo é continuar qualificando seus profissionais visando melhorar cada vez mais o atendimento no ambiente escolar, o que contribui para o desenvolvimento dos alunos surdos em seu processo educacional.

Por Renata Lins

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