Referência em inclusão e acessibilidade!
ACESSO GRÁTIS | Leitor de Tela

[tab]
[tab_item title=”Conteúdo em Libras”]


[/tab_item]

[tab_item title=”Texto em Português”]

Com 18 finalistas, a 8ª edição do Concurso Moda Inclusiva Internacional aconteceu no último sábado, 15, no Parque da Água Branca, em São Paulo. O desfile reuniu estudantes de cursos técnicos, universitários e profissionais nacionais e internacionais das áreas da moda e da saúde.

A premiação do primeiro e do segundo lugar ficou com o estilista Eduardo Inacio Alves, de Campo Grande (MS), com os looks Solar Power e Solar Energy, com funcionalidades como zíper com argola nas laterais, abertura dos botões nos ombros, etiquetas em braile e leitor QR Code com audiodescrição. Em terceiro lugar seguiu o iraniano Ali Entezari com uma capa estilizada para a prótese da perna esquerda de sua modelo e esposa.

“Nós queremos nos vestir bem para ir a qualquer lugar; seja trabalhar, ir à escola… É exatamente isso que a moda inclusiva fala: a luta dos direitos da pessoa com deficiência,”, declarou Cid Torquato, secretário adjunto, representando a secretária Linamara Rizzo Battistella, da Secretaria dos Direitos das Pessoas com Deficiência.

Torquato ainda ressaltou a importância de o projeto ser referência para outros países. ”Hoje o evento está no calendário internacional sendo realizado em outros países, e além de tudo tendo como referência o Brasil”.

A estilista Andréia Zibordi, 32 anos, de Mogi-Guaçu, inspirou-se com a sua primeira cliente cadeirante e pretende seguir o caminho da moda inclusiva. “Quero manter em meu ateliê uma parte voltada somente para noivas com e sem deficiência. O objetivo é fazer com que um modelo de vestido seja igual para todas as noivas, adaptando somente o necessário”, comenta.

Para sua modelo Mariana Meneghel, 29 anos, cadeirante – mielomeningocele congênita – e advogada “o concurso é muito importante para conscientizar a sociedade de que todas as pessoas com deficiência também podem ser uma Gisele Bündchen na vida, por exemplo. Por que não? Podemos ser o que quisermos!”.

O evento contou com a presença das Mães de Guarapiranga, e a apresentação do documentário Meu Corpo É Real, da estilista Michele Simões, no qual retrata a facilidade e a beleza de adaptação das peças para as pessoas com deficiência.

Conheça o projeto em: http://modainclusiva.sedpcd.sp.gov.br/

Por Cintia Alves e Brenda Cruz

[/tab_item][/tab]

Posts Relacionados

Assine a Revista D+