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Dia 8 de março de 2018 | Por Audrey Scheiner | Sobre Notícias e Saúde
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Na última semana de fevereiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do medicamento Perjeta® (pertuzumabe), da Roche Farma Brasil, como tratamento adjuvante (após cirurgia) em casos de câncer de mama inicial HER2+.

O aval da agência se baseia nos resultados do estudo de fase III Aphinity que comprovaram eficácia e segurança da droga combinada com o Herceptin® (trastuzumabe) e quimioterapia. Com base nos dados disponíveis no momento da análise primária, uma estimativa de sobrevida livre de doença invasiva (iDFS), em três anos, mostrou que 94,1% das pessoas tratadas com a nova combinação terapêutica não apresentaram sinais de recidiva do câncer de mama, demonstrando a eficácia do tratamento a longo prazo.

A notícia traz uma inédita perspectiva de tratamento, em um momento no qual o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimou para o Brasil mais de 59.700 casos novos de câncer de mama, para cada ano do biênio 2018-2019, com um risco estimado de 56,33 casos a cada 100 mil. O câncer HER2+ é responsável por cerca de 20% dos diagnósticos.

Em termos globais, excluindo-se os cânceres não melanoma, os tumores na mama constituem-se como os mais frequentes e comuns entre as pacientes do sexo feminino, sendo a primeira causa de morte por câncer entre as mulheres. Segundo Lenio Alvarenga, diretor médico da Roche, o objetivo do tratamento adjuvante é ajudar cada pessoa diagnosticada com a patologia no começo a ter a melhor chance de cura. “Um dos mecanismos desta combinação terapêutica é exatamente diminuir as possibilidades de a doença voltar ou evoluir para metástase, quando o tumor atinge outros órgãos além da mama”, enfatiza.

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