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A descoberta de novos talentos começa cedo: na escola e nos centros de treinamento, aquele olhar mais atento de técnicos e treinadores pode mudar a vida de crianças e jovens. As competições esportivas são o incentivo para o desenvolvimento de um futuro competidor profissional.

Foi assim que as Paralimpíadas Escolares, evento esportivo realizado durante esta semana no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo, mostrou aos jovens atletas de todo o Brasil as inúmeras possibilidades que a dedicação aos treinos pode trazer.

Com 14 anos, Giulia Gabrielle Alves de Oliveira veio do Distrito Federal para competir na natação. Ela usa prótese na perna direita devido à má formação congênita. Pouco depois da entrevista realizada ontem, dia 24 de novembro, ela competiu nas categorias 100 m livre e 100 m peito. “Eu estou muito feliz por participar da competição, consegui passar em junho, apenas um mês depois que comecei a natação. Foi na fisioterapia que descobriram o meu talento”, contou a atleta.

Ainda nas piscinas, muito agitadas ontem, a jovem Jaqueline dos Santos Camilo, de 17 anos, veio do Pará e já é uma das veteranas na competição. “Eu nado há três anos e já participei de outras edições também”, disse. Suas pernas foram amputadas. “Eu tinha alguns problemas ósseos desde o nascimento, amputei uma perna aos 12 anos e decidi há um ano amputar a outra por uma questão de mobilidade mesmo, para caminhar melhor”, revelou Jaqueline, que usa próteses.

Muitas competições foram realizadas simultaneamente, entre elas: bocha, tênis em cadeira de rodas, judô e natação. Confira na galeria algumas fotos do penúltimo dia do evento.

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