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A falta de acessibilidade nos terminais da cidade tem sido um grande desafio para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida e o que interfere no direito de ir e vir garantido sob a lei a todo cidadão. É visível a inexistência de interesse para solucionar problemas como a precariedade nos elevadores e escadas rolantes quebradas, os acessos fechados, e os ônibus com equipamentos danificados.

Passageiros afirmam que as escadas rolantes não funcionam há semanas e, diante de tantos obstáculos a opção mais fácil seria o acesso aos elevadores, mas com a má localização nas estações dificulta ainda mais o seu uso. Contudo, os usuários ainda encontram bloqueios quando chegam às plataformas de embarque, em razão dos portões estarem trancados com cadeados e sem a presença de funcionários para auxiliá-los.

Além da falta de manutenção dos meios de acessibilidade, usuários reclamam da falta de atendimento por parte dos funcionários da BHTrans, que não se disponibilizam nos embarques e desembarques para auxiliar idosos e pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.

“A acessibilidade está implícita na autonomia e independência da pessoa com deficiência. Então ela tem que ter autonomia e independência pra chegar onde quer”, afirma Ana Lúcia de Oliveira, presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil, em Minas Gerais.

Apesar de a empresa BHTrans afirmar que são realizadas vistorias dos equipamentos e orientações aos funcionários, o descaso deve ser apurado e denunciado pela população.

Para fazer reclamações, em caso de problemas, acesse o site da BHTrans www.bhtrans.pbh.gov.br ou mande um e-mail para pessoacomdeficiencia@oabmg.org.br.

Por Cintia Alves / Fonte: G1

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