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Em entrevista coletiva, no Rio Media Center, a Secretária Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Ministério da Justiça, Roseane Cavalcante de Freitas Estrela (Rosinha da Adefal) afirmou que o investimento no paradesporto continuará após os Jogos Paralímpicos Rio 2016.

Desde 2010 já foram investidos R$ 67,3 milhões pelo Governo Federal em ações voltadas para o esporte paralímpico, e firmados 17 convênios com confederações esportivas para preparação das equipes em todo o país.

Após a sanção da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), a viabilização da manutenção dos investimentos aumentou os recursos destinados ao paradesporto, com o porcentual da arrecadação das loterias esportivas subindo de 0,3% para 1,0%.

Para a secretária, a mudança na sociedade já está acontecendo. “Nós acreditamos que o esporte é o melhor veículo de inclusão social. Além dos legados físicos e de imagem, queremos que o maior legado dos Jogos Paralímpicos seja a mudança de atitude em relação à pessoa com deficiência”, afirma.

O judoca brasileiro Wilians Araújo, com deficiência visual, que também esteve presente na coletiva, ressaltou a importância dos recursos para os Jogos Paralímpicos de Tóquio, em 2020. “Espero que o grande legado dos Jogos seja mudar a cabeça de todos os brasileiros e mostrar o quanto somos capazes e o quanto somos iguais”.

Por Cintia Alves

 

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