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A professora Gisele Nascimento aos três anos de idade surpreendeu a todos de sua família quando, precocemente, aprendeu a ler e escrever. Mais tarde, antes de completar dez anos, ela já falava cinco idiomas. Ela, que possui síndrome de Asperger, um tipo brando de autismo, coleciona graduações em sua carreira, além de duas especializações e duas pós. Seu esforço e aptidão para o aprendizado lhe rendeu uma vaga como professora e coordenadora da primeira clínica-escola de Itaboraí, no Rio de Janeiro.

Ela conta que teve uma infância difícil, pois sofria bullying pelos colegas na escola e até mesmo na faculdade. Mas isso não a impediu de se formar em psicologia, sociologia, biologia, pedagogia e segurança pública.

A oportunidade de trabalhar na clínica-escola surgiu através de um concurso público, dentre os 15 que haviam sido aprovados. Em 2011 começou a atuar, juntamente com profissionais de outras áreas, e atender 115 pessoas de idades diferentes. Segundo ela, o objetivo da clínica é incluir alunos autistas na escola regular, além de preparar profissionais e capacitá-los a lidar com a síndrome.

Por Renata Lins

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