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A Lei 8213/91 é clara: As empresas com 100 ou mais colaboradores devem destinar de dois a cinco por cento de vagas para a pessoa com deficiência. Mas, sabemos que essa teoria não se aplica na prática. Nesse cenário, o Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos (Sintelmark) detectou entre os associados que essa realidade também acontece. A partir dessa constatação, em conjunto com o Sindicato dos Trabalhadores em Telemarketing (Sintratel), o Sintelmark firmou uma parceria com o Instituto Modo Parités de consultoria no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para incentivar contratações da pessoa com deficiência em empresas do setor.  O programa de inclusão, que iniciou a primeira fase em maio com previsão de término em fevereiro de 2018, é destinado para as 50 empresas associadas sem custos adicionais.

De acordo com Stan Braz, diretor presidente executivo do Sintelmark, as justificativas identificadas para a pouca contratação da pessoa com deficiência no setor de Contact Center foram a dificuldade para encontrar mão de obra qualificada, pretensão salarial acima dos valores oferecidos pela categoria, desinteresse pelas atividades desenvolvidas no setor e uma busca por trabalho home office. “Há anos o setor enfrenta dificuldades na contratação da pessoa com deficiência mesmo com investimentos feitos para que isso aconteça. Investimos em acessibilidade na infraestrutura, tecnologia adaptada para os cegos e programas de capacitação e desenvolvimento profissionais para a pessoa com deficiência, mas, sem ter resultados relevantes. Dessa maneira, é necessário haver maior conscientização para que uma mudança cultural a fim de trazer um tratamento igualitário entre os funcionários possa acontecer”, afirma.

Ao longo dessa parceria, o Instituto Modo Parités realizará um mapeamento de acessibilidade nas empresas associadas levando em consideração questões como estrutura física, comunicação, cultura organizacional e processos de trabalho. Em seguida, fornecerá um relatório aos gestores com orientações e ajustes necessários.

Para Braz, ainda não é possível prever os resultados desse programa. “Devemos ter uma perspectiva dos resultados a partir da finalização do diagnóstico em agosto. Mas, certamente auxiliará em mudanças internas nas companhias do setor para garantir o acesso e desenvolvimento do profissional com deficiência nas funções ofertadas”, explica o diretor.

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