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Dia 21 de julho de 2017 | Por Mayra Ribeiro | Sobre Comportamento e Notícias

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“Está com pressa? Vai de Uber!”. Esse é um dos slogans da empresa norte-americana de transporte privado criada em 2009. Mas, ao longo desta semana, vimos que o convite não se adequa a todos. Na terça-feira (18/07) a Uber foi processada por grupos de direitos da pessoa com deficiência de Nova York, Estados Unidos. O motivo é o fato de a companhia violar as leis de direitos humanos da cidade, já que não disponibiliza veículos suficientes com acessibilidade às pessoas com deficiência física.

De acordo com a denúncia do coletivo, a empresa oferece corridas acessíveis para cadeirantes apenas no serviço UberWAV – opção que conta com menos de 100 carros. “A lei de direitos humanos reflete o compromisso do Conselho Municipal com a acessibilidade e o Uber claramente viola essa lei. Como consequência, os passageiros enfrentam grandes esperas ou não conseguem fazer as corridas”, afirma Rebeca Serei, advogada da entidade Defensores dos Direitos da Deficiência em entrevista ao Reuters.

Atualmente o caso segue com processos em Chicago e Washington.  Nessas cidades a Uber também está sendo acusada de violar outras leis de proteção à pessoa com deficiência e questionada sobre estas acusações, mas ainda não se pronunciou.

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